Brasil livre de febre aftosa: quais os impactos para o setor?

O recente reconhecimento do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) marca um divisor de águas para a pecuária nacional. Essa conquista, fruto de anos de estratégia sanitária, coloca o Brasil em um novo patamar perante o mercado internacional.

A febre aftosa é uma doença infecciosa aguda que causa febre, seguida do aparecimento de vesículas (aftas), principalmente na boca e nos pés dos animais. Durante décadas, o país manteve campanhas intensivas de vacinação e políticas rigorosas, essenciais para controlar surtos e proteger a produção animal. 

O impacto do novo status sanitário

O reconhecimento internacional era um passo aguardado pela cadeia produtiva da carne bovina. Mesmo sendo o maior exportador de carne do mundo, o Brasil ainda enfrentava restrições em mercados premium que exigiam carne proveniente de países sem vacinação.

O que muda para o produtor?

O Brasil assume agora uma responsabilidade ainda maior com a manutenção do status sanitário conquistado. O fim da vacinação exige um controle sanitário ainda mais rigoroso e a adoção de tecnologias que assegurem a segurança animal em todas as etapas da produção. 

Nesse cenário, soluções como a iRancho tornam-se grandes aliadas dos produtores, permitindo monitoramento eficiente do rebanho, e rápida tomada de decisão diante de qualquer desafio sanitário.

Torna-se importante compreender que a responsabilidade coletiva é a base para preservar o status alcançado. O descuido em uma única propriedade pode ter reflexos internacionais, trazendo impactos ao setor como um todo.

Perspectivas futuras para a pecuária brasileira

Ser livre de febre aftosa sem vacinação projeta o Brasil a uma posição privilegiada no cenário global de proteína animal.

A pecuária nacional dá um passo histórico, mas o caminho à frente é de zelo: manter a excelência, atuar preventivamente e investir na qualidade. Dessa forma, consolidamos não apenas o reconhecimento internacional, mas a confiança definitiva dos mercados mundiais na carne brasileira.

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